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      Guitarra e Violão Contrabaixo

      Escalas Musicais (Parte 1) - Definição, Penta m7, Modos Gregos

      Por: deniswarren | Categoria: Guitarra e Violão, Teoria 124818 exibições Dificuldade Intermediário

      Olá pessoal do Guitar Battle,

      Nessa aula vamos entender o que é escala musical, qual a sua aplicação dentro do processo de composição e improvisação e quais as regras que determinam a sua formação e shapes. Nessa primeira parte veremos a escala cromática, pentatônica maior, pentatônica m7, a escala maior e a sua relativa menor e os modos gregos.

      Escala Musical – mesmo que o conceito seja vago ou que alguém seja leigo no assunto musical existe uma escala que nos soa familiar, a qual conhecemos as notas, a representação do comum. Essa escala é a de Dó maior, ou seja, Dó Ré Mi Fá Sol La Si Dó.

      Independente da nossa formação profissional ou o direcionamento da nossa vida em algum ponto batemos de frente com esse conceito, com essa sonoridade. E é desse ponto que quero começar essa aula, desse dispositivo musical o qual chamamos de escala.

      Origem das notas musicais – vamos primeiro entender o que é som, onde as notas musicais se enquadram dentro da categoria e de que forma foram definidas.

      Som – quando um objeto vibra ele faz com que o ar em torno dele vibre também. Essa vibração vai passando de molécula em molécula transitando pelo ambiente até atingir o nosso aparelho auditivo. Esse por sua vez vibra e é esse estímulo que é entendido pelo nosso cérebro como som. Outros meios também podem ser usados para a propagação do som como o líquido ou o sólido.

      A velocidade dessa vibração determina se o som será grave, médio ou agudo. Observe o quadro abaixo:

      • Abaixo de 20 vibrações por segundo e acima de 20.000 não escutamos.
      • A maior parte dos sons que escutamos ficam entre 60 (100) e 5000 vibrações por segundo.
      • Vibração lenta = som grave
      • Vibração rápida = som agudo
      • Vibração intermediária = som médio

      Podemos ainda dividir as frequências em subcategorias:

      Subgrave -> Grave -> Médio Grave -> Médio -> Médio Agudo -> Agudo

      Nota Musical – é fácil perceber a diferença entre um ruído e uma nota musical. O ruído é formado por um número gigantesco de frequências sonoras em conflito, é uma manifestação instável, em desequilíbrio, como uma explosão, um trovão ou mesmo a derrapagem de um carro.

      Uma nota musical é um som definido onde a sua frequência é periódica, produz uma nota definida e controlada dentro do espectro e pode ser manipulada pelo executor. Normalmente a qualidade de seu timbre foi determinada ao longo dos anos de acordo com as estéticas culturais e históricas. Costuma soar agradável e equilibrada para o ouvido.

      Possui como características:

      • Altura definida (quantidade de vibrações por segundo)
      • Duração, que pode ser curta, média ou longa.
      • Intensidade, que pode ser fraca, média ou forte.
      • Timbre, que vai depender da fonte sonora.

      Afinação Pitagórica – temos uma grande capacidade de escutar e entender os sons a nossa volta e conseguimos facilmente assimilar até mesmo as mais complexas interações sonoras. Nosso ouvido humano tem potencialmente a capacidade de traduzir os estímulos provocados por vibrações que ficam entre 20 e 20.000 por segundo, um espectro gigantesco. Então quem e como foram escolhidas as notas dentro desse número enorme de possibilidades?

      Foi Pitágoras na Grécia Antiga, ou pelo menos foi quem ganhou o credito.

      Os gregos acreditavam que a música tinha forte influência na moral e conduta humana e que ela tinha o “poder” de controlar a razão, manipular o sentimento e caráter (Doutrina do Ethos). Por isso era controlada pelo estado e apenas aqueles que trabalhavam para a vontade do estado poderiam estudar e fazer música.

      O principal instrumento para o processo de descoberta musical era o monocórdio, com apenas uma corda, tocada normalmente com uma varinha (plectro). Existia ainda uma caixa de ressonância para “amplificar” o som e uma espécie de ponte que poderia ser movida alterando a altura (afinação) da nota. Era basicamente usado no estudo das relações entre as notas musicais, dividindo a frequência em partes matemáticas inteiras.

      Monocórdio: uma corda apenas

      Quando a corda era tocada uma nota soava numa frequência determinada. Ao dividir a corda no meio a frequência dobrava mas a nota permanecia a mesma, uma oitava acima. Quando a corda era dividida em três partes uma nova nota surgia, que conhecemos hoje como quinta justa, que soava muito estável e agradável quando tocada junta com a primeira.

      Observe no exemplo abaixo a relação entre essas duas notas:

      Corda solta – a que chamamos hoje em dia de Dó (claro, usavam outras notas como ponto de partida, mas temos a nota Dó como a referência inicial, por isso foi escolhida para o exemplo).

      Quinta Justa – a quinta nota a partir do Dó, ou seja, Dó Ré Mi Fá Sol, a nota Sol.

      Nota solta:

      Quinta justa:

      As duas notas juntas:

      Ciclo das Quintas – usou-se essa mesma lógica de afinidade a partir da nota Sol, e assim foram determinadas todas as notas usadas dentro do nosso sistema ocidental.

      • De acharam a quinta justa, a nota Sol.
      • De Sol acharam a quinta justa, a nota .
      • De acharam a quinta justa, a nota .
      • De acharam a quinta justa, a nota Mi.

      E assim por diante, observe a ilustração abaixo:

      As 5 primeiras notas do ciclo formam uma das primeiras escalas musicais utilizadas dentro da cultura ocidental, a pentatônica (5 notas) que chamamos hoje de Penta m7.

      Dó + Sol + Ré + Lá + Mi = Pentatônica maior de Dó ou Pentatônica m7 de Lá.

      Seguindo a sequência teremos as outras pentatônicas:

      • Sol + Ré + Lá + Mi + Si = Pentatônica maior de Sol ou Pentatônica m7 de Mi.
      • Ré + Lá + Mi + Si + Fá# = Pentatônica maior de Ré ou Pentatônica m7 de Si.
      • Lá + Mi + Si + Fá# + Dó# = Pentatônica maior de Lá ou Pentatônica m7 de Fá#.

      E assim por diante…

      7 notas seguidas dentro do ciclo formam a escala maior (diatônica).

      • Fá + Dó + Sol + Ré + Lá + Mi + Si = Escala de Dó maior.
      • Dó + Sol + Ré + Lá + Mi + Si + Fá# = Escala de Sol maior.
      • Sol + Ré + Lá + Mi + Si + Fá# + Dó# = Escala de Ré maior.
      • Ré + Lá + Mi + Si + Fá# + Dó# + Sol# = Escala de Lá maior.
      • Lá + Mi + Si + Fá# + Dó# + Sol# + Ré# = Escala de Mi maior.

      E assim por diante…

      Todas as notas em sequência formam a escala cromática (12 notas):

      O que é uma escala musical? É um conjunto de notas que obedece uma regra, uma condição, onde a distância entre as notas é determinada pela “Fórmula da Escala”.

      Vimos anteriormente que o cliclo das quintas de Pitágoras formou a escala pentatônica maior ou m7, a maior (diatônica) e a escala cromática. Vamos observar cada uma separadamente:

      Escala Cromática (12 notas) – compreende todas as notas do sistema de música ocidental, as 12 notas. A distância entre as notas é sempre a mesma, ½ tom. Dessa forma conseguimos tirar a fórmula da escala cromática, que será…

      Para descobrir as notas que fazem parte de uma determinada escala cromática basta obedecer a fórmula, por exemplo:

      Escala cromática de Ré:

      • A primeira nota será
      • A segunda nota será Ré + ½ tom, ou seja, Ré#.
      • A terceira nota será Ré# + ½ tom, ou seja, Mi.
      • A quarta nota será Mi + ½ tom, ou seja, .
      • A quinta nota será Fá + ½ tom, ou seja, Fá#.
      • A sexta nota será Fá# + ½ tom, ou seja, Sol.
      • A sétima nota será Sol + ½ tom, ou seja, Sol#.
      • A oitava nota será Sol# + ½ tom, ou seja, .
      • A nova nota será Lá + ½ tom, ou seja, Lá#.
      • A décima nota será Lá# + ½ tom, ou seja, Si.
      • A décima primeira nota será Si + ½ tom, ou seja, .
      • A décima segunda nota será Dó + ½ tom, ou seja, Dó#.

      Finalmente ao andar mais ½ tom chegamos novamente na nota Ré.

      Então a escala cromática de Ré tem as notas:

      Ré   Ré#   Mi   Fá   Fá#   Sol   Sol#   Lá   Lá#   Si   Dó   Dó#

      Observe que a escala cromática de Ré tem as mesmas notas da escala cromática de Dó. Na prática podemos dizer que só existe uma única escala cromática pois a distância entre as notas é sempre a mesma, ½ tom.

      Escala Pentatônica maior (5 notas) – possui 5 notas, são as quintas em sequência do ciclo das quintas de Pitágoras. Observe o exemplo abaixo:

      Quintas em sequência:   Dó   Sol   Ré   Lá   Mi

      Colocando em ordem:   Dó   Ré   Mi   Sol   Lá   Dó   (Pentatônica de C maior)

      Fazendo a análise da distância em tons:

      • Dó até Ré possui 1 tom.
      • Ré até Mi possui 1 tom.
      • Mi até Sol possui 1 ½ tom.
      • Sol até Lá possui 1 tom.
      • Lá até Dó possui 1 ½ tom.

      Podemos então tirar a fórmula da Pentatônica Maior

      Para descobrir as notas que fazem parte de uma determinada escala pentatônica maior basta obedecer a fórmula, por exemplo:

      Escala pentatônica maior de Ré (D):

      • A primeira nota será
      • A segunda nota será Ré + 1 tom, ou seja, Mi.
      • A terceira nota será Mi + 1 tom, ou seja, Fá#.
      • A quarta nota será Fá# + 1 ½ tom, ou seja, .
      • A quinta nota será Lá + 1 tom, ou seja, Si.

      Finalmente ao andar mais 1 ½ tom chegamos novamente na nota Ré. Então a escala pentatônica maior de Ré tem as notas D   E   F#   A   B.

      Podemos usar qualquer tônica (primeira nota) como ponto de partida e daí basta aplicar a fórmula da escala. Observe na tabela abaixo todas as pentatônicas maiores possíveis:

      Por uma questão de convenção e aplicação essa pentatônica é mais reconhecida pelo seu nome relativo, ou seja, por pentatônica de Lá menor 7 (Am7). Vamos mudar as notas de ordem e achar a fórmula da Pentatônica m7 (5 notas)

      Pentatônica de Dó maior (Dó Ré Mi Sol ) mudando para a relativa Am7 (sempre a sexta nota é a relativa):

      Mudando a ordem:   Lá   Dó   Ré   Mi   Sol   Lá   (Pentatônica de Am7)

      Fazendo a análise da distância em tons:

      • Lá até Dó possui 1 ½ tom.
      • Dó até Ré possui 1 tom.
      • Ré até Mi possui 1 tom.
      • Mi até Sol possui 1 ½ tom.
      • Sol até Lá possui 1 tom.

      Podemos então tirar a fórmula da Pentatônica m7

      B-> Blue Note (nota de tensão), inserida na pentatônica para gerar interesse, criar movimento. É o intervalo de quarta aumentada (#4) = quinta diminuta (b5).

      Outros formatos, clique em cima para ampliar:

      Shape 2 X 3

      Shape 3 X 2

      Shape 1 X 3

      Shape 3 X 1

      Shape 2 X 4

      Shape 4 X 2

      Shape 3 X 3

      Para descobrir as notas que fazem parte de uma determinada escala pentatônica m7 basta obedecer a fórmula, por exemplo:

      Escala pentatônica m7 de Si (Bm7):

      • A primeira nota será Si
      • A segunda nota será Si + 1 ½ tom, ou seja, .
      • A terceira nota será Ré + 1 tom, ou seja, Mi.
      • A quarta nota será Mi + 1 tom, ou seja, Fá#.
      • A quinta nota será Fá# + 1 ½ tom, ou seja, .

      Finalmente ao andar mais 1 tom chegamos novamente na nota Si. Então a escala pentatônica m7 de Si tem as notas B   D   E   F#   A.

      Podemos usar qualquer tônica (primeira nota) como ponto de partida e daí basta aplicar a fórmula da escala. Observe na tabela abaixo todas as pentatônicas m7 possíveis:

      Escala Maior (Diatônica) – possui 7 notas, são as quintas em sequência do ciclo das quintas de Pitágoras. Observe o exemplo abaixo:

      Quintas em sequência:   Fá   Dó   Sol   Ré   Lá   Mi   Si

      Colocando em ordem:   Dó   Ré   Mi   Fá   Sol   Lá   Si   Dó   (Escala de C maior)

      Fazendo a análise da distância em tons:

      • Dó até Ré possui 1 tom.
      • Ré até Mi possui 1 tom.
      • Mi até Fá possui ½ tom.
      • Fá até Sol possui 1 tom.
      • Sol até Lá possui 1 tom.
      • Lá até Si possui 1 tom.
      • Si até Dó possui ½ tom.

      Podemos então tirar a fórmula da Escala Maior

      Para descobrir as notas que fazem parte das outras escalas maiores basta seguir a fórmula:

      Escala maior de Ré (D):

      • A primeira nota será
      • A segunda nota será Ré + 1 tom, ou seja, Mi.
      • A terceira nota será Mi + 1 tom, ou seja, Fá#.
      • A quarta nota será Fá# + ½ tom, ou seja, Sol.
      • A quinta nota será Sol + 1 tom, ou seja, .
      • A sexta nota será Lá + 1 tom, ou seja, Si.
      • A sétima nota será Si + 1 tom, ou seja, Dó#.

      Finalmente ao andar mais ½ tom chegamos novamente na nota Ré. Então a escala maior de Ré tem as notas   D   E   F#   G   A   B   C#.

      Observe na tabela abaixo todas as escalas maiores possíveis:

      As combinações que possuem na sua formação notas com dobrado sustenido (x) ou dobrado bemól (bb) normalmente não são utilizadas. Ao invés nomeia-se usando a escala enarmônica (aquela com as mesmas notas com nome diferente). Por exemplo, a escala de Si# maior possui as mesmas notas da escala de Dó maior, mas os nomes são diferentes:

      Então ficamos com as seguintes possibilidades:

      Escala Relativa Menor (natural) – Toda escala maior (diatônica) possui uma escala relativa menor, que possui as mesmas notas em ordem diferente. Essa escala está localizada 4 ½ acima da tônica, ou 1 ½ tom abaixo dela. É a sexta nota da escala maior.

      Exemplo:

      Dó maior possui as notas   C   D   E   F   G   A   B

      A sua relativa menor fica 4 ½ acima da tônica, ou seja, nota Dó + 4 ½ = nota Lá, ou…

      A sua relativa menor fica 1 ½ abaixo da tônica, ou seja, nota Dó – 1 ½ = nota Lá, ou…

      A sua relativa menor é a sexta nota da escala maior, ou seja, nota Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, .

      Então a escala relativa menor de Dó maior será Lá menor, com as mesmas notas.

      Lá menor possui as notas   A   B   C   D   E   F   G

      Analisando a distância entre as notas da Escala Menor Natural tiramos a sua fórmula…

      Observe na tabela abaixo todas as escalas menores naturais possíveis:

      Modos Gregos – são inversões da escala maior classificados da seguinte maneira:

      Jônico – ´r o formato sem inversão, possui as mesmas notas da escala maior na mesma ordem.

      Exemplo: C Jônico = C maior->   C   D   E   F   G   A   B   C

      Para determinar as notas de qualquer outra escala Jônica basta respeitar a distância de tons da fórmula acima, por exemplo:

      Quais as notas de F Jônico?

      • A primeira nota será
      • A segunda nota será Fá + 1 tom, ou seja, nota Sol.
      • A terceira nota será Sol + 1 tom, ou seja, nota .
      • A quarta nota será Lá + ½ tom, ou seja, nota Sib.
      • A quinta nota será Sib + 1 tom, ou seja, nota .
      • A sexta nota será Dó + 1 tom, ou seja, nota .
      • A sétima nota será Ré + 1 tom, ou seja, nota Mi.

      E finalmente a nota Mi + ½ tom retorna para a nota . Então a escala de F Jônico tem as notas: F   G   A   Bb   C   D   E.

      Dórico – é a primeira inversão da escala maior, ou seja, a escala maior começando na segunda nota.

      Exemplo: D Dórico->   D   E   F   G   A   B   C   D

      Para determinar as notas de qualquer outra escala Dórica basta respeitar a distância de tons da fórmula acima, por exemplo:

      Quais as notas de Mi Dórico?

      • A primeira nota será Mi
      • A segunda nota será Mi + 1 tom, ou seja, nota Fá#.
      • A terceira nota será Fá# + ½ tom, ou seja, nota Sol.
      • A quarta nota será Sol + 1 tom, ou seja, nota .
      • A quinta nota será Lá + 1 tom, ou seja, nota Si.
      • A sexta nota será Si + 1 tom, ou seja, nota Dó#.
      • A sétima nota será Dó# + ½ tom, ou seja, nota .

      E finalmente a nota Ré + 1 tom retorna para a nota Mi. Então a escala de E Dórico tem as notas: E   F#   G   A   B   C#   D.

      Frígio – é a escala maior começando na terceira nota.

      Exemplo: E Frígio->   E   F   G   A   B   C   D   E



      Lídio – é a escala maior começando na quarta nota.

      Exemplo: F Lídio->   F   G   A   B   C   D   E   F

      Mixolídio – é a escala maior começando na quinta nota.

      Exemplo: G Mixolídio->   G   A   B   C   D   E   F   G

      Aeólio – é a escala maior começando na sexta nota. Possui a mesma estrutura da escala menor natural.

      Exemplo: A Aeólio->   A   B   C   D   E   F   G   A

      Lócrio – é a escala maior começando na sétima nota.

      Exemplo: B Lócrio->   B   C   D   E   F   G   A   B

      Outros formatos, clique em cima para ampliar:

      CAGED – 5 desenhos em 5 regiões no braço da guitarra, cada um é construído em torno do formato de um acorde. O Shape 1 em torno do acorde de C, o shape 2 em torno do acorde de A, shape 3 em G, shape 4 em E e shape 5 em D (CAGED).

      Simétrico 3 X 3 – é a escala maior com 6 notas, omite-se em cada shape um dos graus (notas). No shape 1 retira-se a sétima da escala, no shape 2 retira-se a Tônica, no shape 3 a segunda, no shape 4 a terça e assim por diante.

      Simétrico 3 X 4 e Simétrico 4 X 3 – a escala completa tocada a cada 2 cordas, repetindo o padrão nas oitavas seguintes. Geralmente repete-se o dedo mínimo nos padrões ascendentes (das cordas graves para as agudas) e o indicador nos descendentes (das cordas agudas para as graves).

       

      CAGED

      3 X 3

      3 X 4

      4 X 3

      Relação entre os modos e a maior (diatônica) – como os modos gregos são inversões da escala maior podemos usar essa sempre como referência para improvisar e compôr ao longo do braço da guitarra. Facilita tocar dessa forma pois cada modo equivale a uma escala maior, então basta usar os desenhos dessa escala para tocar. Claro que a aplicação modal não se restringe apenas ao uso das notas corretas no fraseado, mas de que forma elas serão enfatizadas, assunto para uma aula exclusiva de modos gregos. Abaixo a tabela das equivalências:

      Usando a tabela acima temos as seguintes equivalências:

      C Jônico = D Dórico = E Frígio = F Lídio = G Mixolídio = A Aeólio = B Lócrio

      Ou seja, todas possuem as mesmas notas da escala de Dó maior.

      G Jônico = A Dórico = B Frígio = C Lídio = D Mixolídio = E Aeólio = F# Lócrio

      Ou seja, todas possuem as mesmas notas da escala de Sol maior.

      D Jônico = E Dórico = F# Frígio = G Lídio = A Mixolídio = B Aeólio = C# Lócrio

      Ou seja, todas possuem as mesmas notas da escala de Ré maior.

      E segue a mesma lógica com as demais escalas.

      Por hoje é isso pessoal!

      Visitem o meu site.

      E vejam um vídeo onde toco os solos de uma música do meu cd HIGH:

       

      deniswarren Florianópolis / SC | 20 músicas | 1088 batalhas | 26 lições
      Toco guitarra e violão a 25 anos e atuo profissionalmente a 20 anos. Toquei em bandas de vários ...leia mais »
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